Edição 66

Edição 66

Lula, inimigo do progresso

  • Uma das marcas registradas do PT é a ineficiência de gestão. O partido de
    Lula, Dilma e José Dirceu é bom de gogó, mas ruim de transformar
    promessas em realidade. O tempo passa, mas nada muda.
  • O presidente da República tem rodado o país em cima de palanques para
    tentar demonstrar que está fazendo alguma coisa. Só que não. O governo Lula
    é um verdadeiro cemitério de obras abandonadas. É o velho PT de sempre.
  • O Tribunal de Contas da União (TCU) foi a campo para traduzir o que é
    sensação em evidências. E os números revelados são assustadores: metade
    das atuais obras federais no país estão paralisadas.
  • Em número exato, são 11.469 obras às moscas numa carteira com 22.607
    empreendimentos – ou seja, 50,7% do total. No setor privado, um gestor com
    desempenho tão ruim já teria sido mandado embora há tempos.
  • A área com mais obras paradas é a educação, com 4.240 empreendimentos
    abandonados pelo caminho. Em seguida, vem a saúde, com 4.141 obras,
    segundo painel mantido pelo TCU. Como se vê, a má gestão afeta
    diretamente quem mais precisa do auxílio do Estado.
  • O desleixo do governo do PT custa caro. As obras paralisadas já receberam
    R$ 15,9 bilhões de recursos públicos, o que dá a dimensão do tamanho do
    desperdício patrocinado por Lula e seu partido.
  • Entre os estados com maior quantidade de obras paradas, estão Maranhão,
    Bahia, Pará, Minas Gerais e Ceará, ou seja, incluem várias unidades da
    federação governadas pelo PT e seus aliados.
  • O painel do TCU permite avaliar a evolução do desempenho da execução das
    obras ao longo do tempo. E, sem surpresa, dá para constatar que com o PT a
    situação que já era ruim ficou ainda pior.
  • Na amostra relativa a agosto de 2022, o governo federal tinha 8.674 obras
    paralisadas, o que equivalia a 38,5% do total. A carteira de empreendimentos
    tinha praticamente o mesmo tamanho da atual (22.559); o que aumentou foi a
    inépcia.
  • Anunciar obras e não conseguir tirá-las do papel é uma sina de governos do PT.
    O exemplo mais vistoso é o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),
    ressuscitado na atual gestão depois de produzir fiascos em série nos
    governos Lula 2 e Dilma.
  • Quando a atual versão do PAC foi anunciada por Lula em agosto de 2023,
    5.344 das obras prometidas eram herdadas de gestões petistas anteriores.
    Pior: sete anos após a saída do PT do comando do país, 2.688 das obras
    lançadas pelos governos Lula 2 e Dilma estavam paradas.
  • O padrão de ineficiência não se restringe ao passado. Vem, na realidade, se
    perpetuando no governo do PT do presente. Entre as 5.505 obras iniciadas
    desde abril de 2024, 22% já estão paralisadas, ainda de acordo com o TCU.
  • “O Brasil já viu este filme antes: é muita promessa, muita propaganda e
    pouca realização. O PT é especialista em gastar mal e em jogar no lixo
    dinheiro que deveria servir aos brasileiros”, avalia o presidente do Instituto
    Teotônio Vilela, deputado Aécio Neves (PSDB-MG).
  • Publicado em fins de julho, o mais novo levantamento do TCU sobre o
    andamentos das obras públicas revela que nada mudou na condução do país
    pelos governos petistas. Melhor dizendo, o que já era péssimo ficou muito pior.

Obras paralisadas por setor

Fonte: Painel de Acompanhamento de Obras Paralisadas/Tribunal de Contas da União.
*Inclui educação básica, superior, profissional e tecnológica, hospitais e instituições militares.


TARIFAÇO

Lula insiste em diplomacia da provocação

  • Desde a última quarta-feira (6), o Brasil tornou-se, ao lado da Índia, o país com as
    exportações mais tarifadas do mundo pelos Estados Unidos. Seria motivo mais
    que suficiente para que o governo Lula agisse depressa. Mas, até agora, nada.
  • Empresas, trabalhadores e empresários brasileiros atingidos pelo tarifaço de
    50% – que abrange cerca de 60% das vendas brasileiras para os EUA – estão
    ávidos por negociações ou por medidas paliativas internas. Mas, até agora,
    não viram a gestão do PT entregar nem umas nem outras.
  • Lá fora as portas continuam cerradas para o Brasil junto ao governo de
    Donald Trump. O mais novo carão foi imposto ao ministro da Fazenda.
    Fernando Haddad teve um possível encontro com o secretário do Tesouro
    americano, Scott Bessent, cancelado nesta segunda-feira (11).
  • Aqui dentro, há semanas o governo petista vem cozinhando um plano para
    ajudar setores atingidos pelas sanções de Trump – em 16 estados, mais de
    75% das exportações aos EUA serão sobretaxadas. Mesmo com tamanho
    estrago, de novo, até agora, nada por parte de Lula e sua equipe.
  • A inépcia do governo do PT não passa desapercebida pela população. A
    maioria dos brasileiros considera que Lula não fez tudo o que poderia ter
    feito para evitar o tarifaço, conforme pesquisa Ipsos-Ipec realizada na
    semana passada.
  • O petista faz pior e continua brincando de desafiar os EUA com bravatas. Na
    quarta-feira (6), como se ainda fosse possível agravar o que já estava péssimo,
    Lula enveredou pelo pior caminho: além de continuar se negando a falar
    diretamente com Trump, disse que buscaria parceiros dos Brics para alinhavar
    uma “resposta conjunta” aos EUA.
  • Ou seja, o presidente brasileiro aguçou um dos fatores que mais pesaram na
    escalada de hostilidades entre os dois países ao longo das últimas semanas:
    a proximidade com nações antagônicas aos EUA, como a China e a Rússia. É a
    diplomacia da provocação.
  • Queiramos ou não, o comércio internacional adquiriu novos contornos a partir
    da política ultraprotecionista de Trump. Realistas, vários chefes de Estado já se
    mexerem para tentar abrir canais e diminuir as perdas de seus países. Sob o
    PT, o Brasil continua só vendo o tempo passar.

WhatsApp
Telegram
Facebook
X
Threads
LinkedIn
Email

Mais edições

plugins premium WordPress