- País que não tem a educação como prioridade nacional é país sem futuro. Assim tem sido o Brasil. O ensino brasileiro continua patinando, com avanços – quanto há – tímidos e desempenho que deveria ser motivo de vergonha nacional.
- Na sexta-feira (19), o IBGE divulgou a nova rodada do módulo Educação da Pnad Contínua, com dados referentes a 2025. Numa síntese, o país ainda tem analfabetos demais, jovens em excesso fora da escola e atenção de menos à primeira infância.
- Nenhum país que tenha 8,4 milhões de habitantes incapazes de ler e escrever um bilhete simples pode se considerar satisfeito. O Brasil, pelo menos, vem reduzindo sua taxa de analfabetismo, mas num ritmo muito aquém do necessário.
- A meta de erradicação do analfabetismo tem sido continuamente postergada. Repaginada no novo Plano Nacional de Educação (PNE), foi estipulada para 2024 e, agora, é objetivo para um distante 2034.
- Na faixa etária dos jovens, o retrato da educação brasileira não é menos feio. Cerca de 43% dos que têm entre 14 e 29 anos abandonaram ou nunca frequentaram a escola por necessidade de trabalhar.
- Mais: em torno de 8 milhões de pessoas com 14 a 29 anos não completam o ensino médio, mesmo contingente que não trabalha, nem estuda. Para completar, somente 1 de cada 4 brasileiros está matriculado no ensino superior.
- Uma das mudanças mais importantes para incentivar jovens a persistir nos estudos, a reforma do ensino médio foi aprovada em 2017, na gestão Michel Temer, mas boicotada pelo governo do PT. Até hoje, as novidades não entraram em vigor.
- Nas etapas iniciais de ensino, a situação não é melhor. Há 3,8 milhões de brasileirinhos com até 3 anos de idade fora de creches. Nesta faixa, a meta do PNE para 2024 era ter 50% matriculados, mas o percentual não passou em 41,7%.
- O paísprecisa virar a chave da educação. Gastamos muito em ensino: são 5% do PIB, mesmo patamar de países mais desenvolvidos. Mas gastamos mal: o dispêndio na educação básica – onde o funil aperta – equivale a 1/3 da média da OCDE.
- A agenda de iniciativas para transformar a educação é mais ou menos conhecida e consensual. Passa por ampliar o tempo que os estudantes devem passar na escola: um ano de estudo em período integral equivale a três de ensino regular.
- Inclui medir e avaliar o desempenho da rede de ensino e dos alunos, uma novidade que o Brasil só pôs em prática a partir do governo do PSDB, quando foram criados indicadores como o Saeb (que depois deu origem ao Ideb) e o Enem, aos quais o PT resistiu o quanto pôde.
- O país também precisa firmar compromisso com erradicar o analfabetismo e investir na formação de professores – mais de 1/3 deles não tem condições mínimas de dar aulas, segundo aferição recente do MEC. A educação precisa, urgentemente, voltar a ser algo que encante os jovens e que a sociedade admire. Por ora, não é.
Taxa de analfabetismo na faixa etária de 15 anos ou mais (em %)*

Banco Master e PT: tudo a ver
- Como se ainda fosse preciso, a lorota de que o PT não tinha nada a ver com o maior escândalo financeiro da história brasileira – e um dos maiores do mundo – caiu definitivamente por terra na semana passada.
- Petistas de alto coturno mantêm ou mantiveram relação umbilical com o Banco Master, que, em novembro passado, sofreu liquidação judicial, deixando na praça um rombo de mais de R$ 50 bilhões.
- Entre eles, estão os ex-ministros petistas Ricardo Lewandowski e Guido Mantega, ambos remunerados a peso de ouro por Daniel Vorcaro como “consultores”. Líder de Lula no Senado, Jaques Wagner é o mais novo da lista. Provavelmente, não será o último.
- Segundo operação da Polícia Federal deflagrada na quinta-feira (18), há suspeita de corrupção envolvendo Wagner, familiares dele e um ex-sócio de Vorcaro. A dinheirama envolvida supera R$ 6 milhões, além de outros mimos. Nada das “explicações” dadas pelo senador petista para de pé.
- O Master só chegou aonde chegou graças ao PT da Bahia. Foi lá, sob as bênçãos de Wagner e do então governador Rui Costa, hoje ministro de Lula, que o banco fechou o negócio que catapultou seu poder de fogo: a compra da carteira de créditos consignados do Credcesta.
- Não se pode perder de vista que a proximidade do Master com o PT também inclui o presidente Lula. Sempre em encontros fora da agenda oficial, o dono do Master esteve pelo menos quatro vezes no Palácio do Planalto desde 2023 até ser preso no fim do ano passado.
- É reiterada e recorrente a proximidade do PT com escândalos de corrupção, avolumados desde que o partido ascendeu ao poder federal. Vão desde o mensalão ao petrolão, passando agora pelo Master e pelos desvios de aposentadorias e pensões do INSS. As falcatruas estão no DNA do partido.
- e A taxa básica está atualmente em 14,5% ao ano. Até fevereiro, estimava-se que o Banco Central a cortaria até chegar a 12% em dezembro. O otimismo, contudo, virou pó e, agora, a previsão é de que a Selic chegue, no máximo, a 13,75%, com.o último.
- Segundo operação da Polícia Federal deflagrada na quinta-feira (18), há suspeita de corrupção envolvendo Wagner, familiares dele e um ex-sócio de Vorcaro. A dinheirama envolvida supera R$ 6 milhões, além de outros mimos. Nada das “explicações” dadas pelo senador petista para de pé.
- O Master só chegou aonde chegou graças ao PT da Bahia. Foi lá, sob as bênçãos de Wagner e do então governador Rui Costa, hoje ministro de Lula, que o banco fechou o negócio que catapultou seu poder de fogo: a compra da carteira de créditos consignados do Credcesta.
- Não se pode perder de vista que a proximidade do Master com o PT também inclui o presidente Lula. Sempre em encontros fora da agenda oficial, o dono do Master esteve pelo menos quatro vezes no Palácio do Planalto desde 2023 até ser preso no fim do ano passado.
- Como se ainda fosse preciso, a lorota de que o PT não tinha nada a ver com o maior escândalo financeiro da história brasileira – e um dos maiores do mundo – caiu definitivamente por terra na semana passada.
- Petistas de alto coturno mantêm ou mantiveram relação umbilical com o Banco Master, que, em novembro passado, sofreu liquidação judicial, deixando na praça um rombo de mais de R$ 50 bilhões.
- Entre eles, estão os ex-ministros petistas Ricardo Lewandowski e Guido Mantega, ambos remunerados a peso de ouro por Daniel Vorcaro como “consultores”. Líder de Lula no Senado, Jaques Wagner é o mais novo da lista. Provavelmente, não será o último.
- Segundo operação da Polícia Federal deflagrada na quinta-feira (18), há suspeita de corrupção envolvendo Wagner, familiares dele e um ex-sócio de Vorcaro. A dinheirama envolvida supera R$ 6 milhões, além de outros mimos. Nada das “explicações” dadas pelo senador petista para de pé.
- O Master só chegou aonde chegou graças ao PT da Bahia. Foi lá, sob as bênçãos de Wagner e do então governador Rui Costa, hoje ministro de Lula, que o banco fechou o negócio que catapultou seu poder de fogo: a compra da carteira de créditos consignados do Credcesta.
- Não se pode perder de vista que a proximidade do Master com o PT também inclui o presidente Lula. Sempre em encontros fora da agenda oficial, o dono do Master esteve pelo menos quatro vezes no Palácio do Planalto desde 2023 até ser preso no fim do ano passado.
- É reiterada e recorrente a proximidade do PT com escândalos de corrupção, avolumados desde que o partido ascendeu ao poder federal. Vão desde o mensalão ao petrolão, passando agora pelo Master e pelos desvios de aposentadorias e pensões do INSS. As falcatruas estão no DNA do partido.o último.
- Segundo operação da Polícia Federal deflagrada na quinta-feira (18), há suspeita de corrupção envolvendo Wagner, familiares dele e um ex-sócio de Vorcaro. A dinheirama envolvida supera R$ 6 milhões, além de outros mimos. Nada das “explicações” dadas pelo senador petista para de pé.
- O Master só chegou aonde chegou graças ao PT da Bahia. Foi lá, sob as bênçãos de Wagner e do então governador Rui Costa, hoje ministro de Lula, que o banco fechou o negócio que catapultouseu poder de fogo: a compra da carteira de créditos consignados do Credcesta.
- Não se pode perder de vista que a proximidade do Master com o PT também inclui o presidente Lula. Sempre em encontros fora da agenda oficial, o dono do Master esteve pelo menos quatro vezes no Palácio do Planalto desde 2023 até ser preso no fim do ano passado.
- É reiterada e recorrente a proximidade do PT com escândalos de corrupção, avolumados desde que o partido ascendeu ao poder federal. Vão desde o mensalão ao petrolão, passando agora pelo Master e pelos desvios de aposentadorias e pensões do INSS. As falcatruas estão no DNA do partido.
- e A taxa básica está atualmente em 14,5% ao ano. Até fevereiro, estimava-se que o Banco Central a cortaria até chegar a 12% em dezembro. O otimismo, contudo, virou pó e, agora, a previsão é de que a Selic chegue, no máximo, a 13,75%, com.o último.
- Segundo operação da Polícia Federal deflagrada na quinta-feira (18), há suspeita de corrupção envolvendo Wagner, familiares dele e um ex-sócio de Vorcaro. A dinheirama envolvida supera R$ 6 milhões, além de outros mimos. Nada das “explicações” dadas pelo senador petista para de pé.
- O Master só chegou aonde chegou graças ao PT da Bahia. Foi lá, sob as bênçãos de Wagner e do então governador Rui Costa, hoje ministro de Lula, que o banco fechou o negócio que catapultouseu poder de fogo: a compra da carteira de créditos consignados do Credcesta.
- Não se pode perder de vista que a proximidade do Master com o PT também inclui o presidente Lula. Sempre em encontros fora da agenda oficial, o dono do Master esteve pelo menos quatro vezes no Palácio do Planalto desde 2023 até ser preso no fim do ano passado.
- É reiterada e recorrente a proximidade do PT com escândalos de corrupção, avolumados desde que o partido ascendeu ao poder federal. Vão desde o mensalão ao petrolão, passando agora pelo Master e pelos desvios de aposentadorias e pensões do INSS. As falcatruas estão no DNA do partido.
- e A taxa básica está atualmente em 14,5% ao ano. Até fevereiro, estimava-se que o Banco Central a cortaria até chegar a 12% em dezembro. O otimismo, contudo, virou pó e, agora, a previsão é de que a Selic chegue, no máximo, a 13,75%, com.